Crédito desta foto: eu mesma inspiradíssima...

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8 de out. de 2012

As cores mais lindas do som


Eles estão de volta. Não há palavras para definir as belas e bem harmonizadas palavras das canções de A Cor do Som. E não há cores em minhas palavras que possam dar o tom desse som. Se eu falar muito estraga, porque eles não precisam de apresentações. A menos que a apresentação seja... de Moraes Moreira:

 "Aqui e agora o meu grito se junta ao grito da galera: Por que parou? Parou, por quê?", na apresentação do website oficial do grupo.
 
Então, se liguem: o show é domingo, às 19 horas, na Concha Acústica do TCA. Para ficar ainda mais bonito, o ingresso custa 20 reais (inteira), pelo projeto MPB Petrobras (orguuuuuuulho!).
 



Quem quiser saber a origem da banda, de onde veio esse lindo nome e otras cositas más, acesse o site oficial, que tem infos bem interessantes.
 
Povo das antigas, uni-vos! heheheh...
 
 
 
 
 
 
 
 
 

6 de set. de 2012

Banda Buraqueira valoriza o lado cult do brega*


A Banda Buraqueira está na trajetória de reescrever e, ao mesmo tempo, reafirmar a importância da música brega no cenário musical brasileiro, em especial na cena de Salvador. Formada por músicos experientes e arranjos competentes, os integrantes se propõem a dar um certo frescor, com pegada pop, a um dos estilos mais tradicionais, populares e controversos da música nacional. Com essa proposta da banda, a noite da cidade já conta com uma excelente opção musical para quem deseja dançar, ouvir com atenção ou simplesmente rememorar amores feitos e desfeitos ao longo do tempo.


As controversas em torno da música brega situam-se, sempre, na busca de uma definição exata sobre qual canção ou artista se enquadra no estilo. A Banda Buraqueira parece não se preocupar com isso. Para o grupo, a pegada romântica, dita de forma direta, singular e tão brasileira é o que conta na hora de escolher o repertório e executá-lo, com o sentimento de admiração e respeito pelos autores e intérpretes que consagraram o brega no Brasil.
  
Odair José, um dos maiores expoentes do gênero, define de forma muito precisa os autores do brega como “os cronistas do simples”. Foi com o repertório desta simplicidade romântica que a Banda Buraqueira gravou o primeiro CD, Água Branca, e vem lotando várias casas noturnas de Salvador, por onde passa.



Fiéis seguidores

De acordo com o vocalista Antonio Muccini “o nosso som trata com reverência as canções que estão muito ligadas à memória afetiva das pessoas e compõem o mosaico da diversidade sonora brasileira”, conclui. Já para o tecladista Daniel Cathalá, “do palco, percebo que já é possível identificar uma crescente legião de seguidores, o que significa que nossa música está conseguindo uma boa resposta do público”, explica. 
 
O set list do repertório da Banda Buraqueira logo de saída remete aos grandes bailes, com a abertura ao som de O milionário, música instrumental dos Incríveis, que atravessa gerações com o jeito retrô, mas com uma harmonia extremamente moderna. Daí em diante, há uma overdose com o melhor do brega, da lavra de Reginaldo Rossi, Diana, Roberto Carlos, Márcio Greick, Lindomar Castilho e outros grandes nomes do gênero. Há também espaço para “tocar Raul”, com o melhor romântico do Maluco Beleza.  
 
 
A Banda Buraqueira é formada por Antonio Muccini, violão e voz; Daniel Cathalá, teclados; Nairo Elo, bateria; Rudnei Monteiro, guitarra e Renato Nunes, contrabaixo. Para curtir, seguir ou compartilhar o som da banda, acompanhe a programação: www.facebook/bandaburaqueira e www.bandaburaqueira.com.br.
 
 
Texto: *Alberto Freire, jornalista e professor de pós-graduação na área de Comunicação

24 de mar. de 2012

Tico-tico no Fhubá


Muito criativo e pra lá de intessante esse festival, Fhubá. Quem deu a dica foi meu amigo Mário Augusto (até o convidei para ser "correspondente" do Lado B - ele tem o feeling). Para quem não tem a fantástica virada cultural de Sampa, já serve uma viradinha (no bom sentido, tá? rsrs...) de um fim de semana, em um só local da cidade, com a maioria das atrações gratuitas ou bem baratas. A única exceção é Renato Piaba, que é um porre e não sabe por que veio ao mundo. Mas dá pra ignorar, porque o espetáculo dele é domingo à noite (acho que só os amigos dele vão... heheheh... fui má agora!).

Mas não posso deixar de dar um destaque especial à sessão de Humorterapia, promovida pela Psiquê. Tenho feito cursos com eles e estou mais que encantada com a qualidade e o cuidado com que eles conduzem tudo. Essa atividade é gratuita.

Mas estou numa berlinda, porque tem o show de Roupa Nova na Concha. Como as duas programações serão no Complexo do TCA, o jeito é fazer um roteiro para não perder essas duas ótimas oportunidades. Abaixo reprodução das respectivas infos. Carpe diem pra vocês!

"Roupa Nova realiza show no próximo dia 31 de março, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Os ingressos custam R$80, a inteira, e começam a ser vendidos dia 08/03. No repertório do show, o Roupa Nova apresenta canções do DVD lançado em 2011, que celebrou os 30 anos de carreira do grupo. Eles cantam sucessos como 'Seguindo No Trem Azul', 'Anjo' e 'Dona'.

A banda é formada Ricardo Feghali (teclados, violão e vocais), Nando (baixo e vocais), Paulinho (percussão e vocais), Cleberson Horsth (teclados e vocais), Kiko (guitarra, violão e vocais) e Serginho Herval (bateria e vocais).

Data: 31/03/2012
Horário: 19:00
Valor: R$ 80,00 (inteira)"

Festival
O FHUBÁ busca promover uma virada cultural no complexo do Teatro Castro Alves, através de 24 horas de eventos sequências, com as mais diversas expressões humorísticas baianas. Abertura do evento com o anfitrião Jackson Costa e exposições de charges, caricaturas, HQs (história em quadrinhos) com a presença dos principais artistas do gênero e caricaturagem ao vivo!

Jackson Costa, caracterizado do poeta Gregório de Mattos fará a abertura oficial das 24 horas de humor, seguido de uma exposição regada a poesia, cordel, charges e outros. Vai encarnar Gregório de Mattos na cerimônia de abertura do I Festival de Humor da Bahia, o FHUBÁ. Personagem tão antiga e tão atual, de palavras ácidas e poéticas traçará uma crítica social através do humor. O apresentador do Aprovado, da TV Bahia, fará uma leitura dramática de textos adaptados do poeta baiano da obra “Boca de Brasa” no foyer do TCA, imperdível! 31/03.Sáb - 19h | Foyer do TCA | Acesso gratuito


Los Catedrásticos no FHUBÁ com o Novíssimo Recital da Poesia Baiana
Uma excelente opção para o sábado (31/03), o premiado Los Catedrásticos, às 21h, R$30 (inteira) e R$15 (meia), com o Novíssimo Recital da Poesia Baiana (Novamente), onde o próprio Jackson Costa, mestre de cerimônia do evento, sobe ao palco da Sala Principal do TCA, ao lado de atores do primeiro escalão do teatro baiano como Maria Menezes, Cyria Coentro e Ricardo Bittencourt, seus colegas no elenco da peça que faz uma sátira das letras de pagode e axé da Bahia. O espetáculo, dirigido por Paulo Dourado, vai abrir o festival. 31/03.Sáb - 21h | Sala Principal | Ingressos R$30 e 15

Fhuleragem e improviso
Em um cenário que lembrará os antigos palcos e barracas de Festa de Largo,uma constelação de atores, transformistas e personagens populares serão convidados a fazer apresentações inéditas, espontâneas ou provocadas! 31/03.Sáb - 23h | Vão livre do TCA | Acesso gratuito


Fhubaile
Para todos dançarem e confraternizarem com performances muito especiais durante as horas de música com DJs que tocarão do retrô à trilha de comerciais e novelas antigas e bizarras! 01/04.Dom - 1h | Foyer do TCA | Ingressos R$20 e 10

Café com Beijuuu com Daniel Rabello
Um autêntico café baianíssimo comandado por um consultor sentimental que vai fazer você se apaixonar por alguém neste Festival. Amor, Humor e gastronomia! 01/04.Dom - 6h | Vão livre do TCA | Inscrições gratuitas no site e no local

Fhubate-papo da manhã humorterapia: Qual o papel do humor na sua vida?
Especialistas e exposições, discussões e aprofundamentos psicológicos sobre a arte do humor nas relações e no cotidiano. Evento coordenado pela Clínica Psiquê – Centro de de Estudos C.G.Jung. Inscrições gratuitas no site, no local e na Clinica Psiquê (Rua Amazonas, 172, Pituba, Tel. 3345 0606 ou 8314 9455) e no local * sujeito ao número de vagas disponíveis. 01/04.Dom - 9h às 12h | Sala do Coro

Peça infantil: Grupo PIM
Espetáculo Infantil com um dos grupos que vem se destacando e desenvolvendo através da educação pela arte na periferia de Salvador e conquistado platéias por seu trabalho dedicado e inclusivo. Um excelente programa para a criançada e para os pais. 01/04.Dom - 11h | Sala Principal | Ingressos R$10 e 5

Fhubate-papo da tarde baianidade: Existe um jeito baiano de fazer humor?
Painéis com convidados especiais que falarão sobre o humor baiano em vários campos: publicidade, cinema, teatro, quadrinhos e na história. 01/04.Dom - 14h | Sala do Coro | Inscrições gratuitas no site e no local. Sujeito ao número de vagas disponíveis.


Fhubá na Roda com Luis Miranda
Uma apresentação especial do ator Luís Miranda, que será entrevistado pelo RODA BAIANA e contará sua vida, mostrará seus personagens mais famosos, suas performances e genialidade artística. 01/04.Dom - 17h | Sala Principal | Ingressos R$20 e 10




Texto: www.tca.ba.gov.br e adaptado de www.fhuba.com.br
Imagens: www.fhuba.com.br e www.roupanova.com.br

24 de nov. de 2011

Multirão do samba no domingão

Reproduzindo dica de Ilka Danusa, uma figura sempre conectada com o que há de melhor!

"Vem aí mais uma edição do multirão do samba da Bahia. O Projeto Samba em Construção, que reúne artistas baianos em uma grande celebração, terá mais uma edição no próximo dia 27 de Novembro(domingo), a partir das 14h, no Cine Teatro Solar Boa Vista, no bairro de Brotas.

Nesta edição de Novembro temos como Mestre da Obra o consagrado sambista soteropolitano Riachão. O Samba em Construção homenageia seus 90 anos e traz um repertório recheado de pérolas da sua Obra.

Um espetáculo musical itinerante, interativo e com vários tipos de expressões artísticas, que valoriza a memória e a construção em rede. O projeto traz música, artes plásticas, cênicas e visuais, agregando artistas, obras e público, vivendo e expressando o universo do samba. Os operários da construção e anfitriões do samba são a cantora Maira Lins, o grupo Menos Um no Quartetto (formado por Cassius Cardozo, Humberto Barretto e Ronaldo Nobre) e Lucas do Pandeiro.

O grupo recebe convidados especiais das diversas linguagens artísticas. Tem o bandolinista Zé Mario Sales, como músico convidado, e para cada apresentação, o projeto convida 2 artistas: um como “Mestre da Obra com apresentação de suas canções no repertório da banda, e outro que traz seu trabalho ao palco junto ao grupo. Além disso, os intervalos são agitados ao som do DJ Camilo Fróes e a ambientação do espaço é do Artista Plástico Alvinho Bôa Morte.

O local – Climatizado e recentemente recuperado, o tradicional Solar Boa Vista ganhou decoração que remete à atmosfera dos canteiros de obras, para combinar perfeitamente com a proposta do Projeto Samba em Construção. OCine Teatro Solar Boa Vista, equipamento de Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, fica no Parque Boa Vista, localizado entre Boa Vista de Brotas, Engenho Velho de Brotas e Ogunjá, que estão entre as mais de 50 localidades do imenso bairro de Brotas. De fácil acesso por essas vias e com amplo estacionamento, o local promete ser uma das melhores opções musicais para os domingos de Salvador.
A produção do Samba em Construção é da Pronto Agência de Cultura e da Hiperativa Comunicação e Cultura. Mais informações em www.sambaemconstrucao.com.br


SERVIÇO
O que: Projeto Samba em Construção
Onde: Parque Solar Boa Vista, s/nº, Engenho Velho de Brotas. Para mais informações sobre o espaço e localização, acesse: blogdosolar.wordpress.com
Quando: 27 de Novembro, domingo, a partir das 14h.
Valor: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)
Promoção: R$ 20,00 - Ingresso + Feijoada
Mais infos: http://sambaemconstrucao.com.br/site"


Texto adaptado do projeto Samba em Construção

29 de out. de 2011

"Porque o samba nasceu lá na Bahia..."



O samba nasceu aqui e não há como mudar isso. E nada mais justo que o resgate dele, em sua mais pura essência, aconteça aqui, não é? Eis o imenso valor desse projeto. Em meio a uma vida acelerada que não para para olhar sua história e reverenciar aqueles a quem devemos a nossa riquíssima cultura, os nossos antepassados, há de se reconhecer a importância de projetos como esse, que ainda prestigia a comunidade onde está inserido (meia entrada para moradores). Que viva o samba! Confira abaixo texto da assessoria de imprensa:

"Vem aí mais uma edição do multirão do samba da Bahia. O Projeto Samba em Construção, que reúne artistas baianos em uma grande celebração, terá mais uma edição no próximo dia 30 de outubro (domingo), a partir das 14h, no Cine Teatro Solar Boa Vista, no bairro de Brotas.

Os operários da construção e anfitriões do samba são Lucas do Pandeiro, a cantora Maira Lins e o Menos um no Quartetto, formado pelos cantores, compositores e instrumentistas Humberto Barretto, Ronaldo Nobre e Cassius Cardozo. O grupo recebe convidados especiais das diversas linguagens artísticas. Dessa vez, integram o multirão musical, o artista visual Alvinho Bôa Morte, o músico Zé Mário, o Dj Camilo Fróes e a cantora, atriz e bailarina Clécia Queiroz, importante divulgadora do samba da Bahia. Para completar a diversão, será servida a Feijoada no Lounge, feita por Elvira Moraes, afinal samba no domingão, pede feijoada.


Gordurinha - Com o objetivo de reverenciar os grandes nomes da nossa música, a cada edição é escolhido o Mestre da Obra, que neste próximo encontro será o cantor, compositor, radialista e humorista, Gordurinha. Nascido em Salvador, em agosto de 1922 e registrado como Waldeck Artur Macedo, Gordurinha é um dos multi-artistas brasileiros que, apesar de sucessos nas diversas áreas de atuação, é pouco lembrando pela história do Brasil.

Após apresentar-se como calouro, aos 16 anos na Rádio Sociedade da Bahia, Gordurinha iniciou uma trajetória que incluiu a passagem pelo teatro como humorista impagável, atuação na Rádio Nacional, cinco dias com músicas satíricas e composições de sucessos do cancioneiro popular como Baiano burro nasce morto, Mambo da Cantareira, Vendedor de Caranguejo, Súplica Cearense, eternizada na interpretação de Luiz Gonzaga e recentemente gravada pelo Rappa, e Chiclete com Banana, música que além de ser gravada por artistas como Gilberto Gil, deu nome a peça de teatro, tiras de quadrinhos e a uma banda de música baiana. Gordurinha será homenageado pelos artistas do Samba em Construção que vão mostrar ao público suas músicas e passagens da sua vida, marcada por alegrias e injustiças.


O local – Climatizado e recentemente recuperado, o tradicional Solar Boa Vista ganhou decoração que remete à atmosfera dos canteiros de obras, para combinar perfeitamente com a proposta do Projeto Samba em Construção. O Cine Teatro Solar Boa Vista, equipamento de Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, fica no Parque Boa Vista, localizado entre Boa Vista de Brotas, Engenho Velho de Brotas e Ogunjá, que estão entre as mais de 50 localidades do imenso bairro de Brotas. De fácil acesso por essas vias e com amplo estacionamento, o local promete ser uma das melhores opções musicais para os domingos de Salvador.

A produção do Samba em Construção é da Pronto Agência de Cultura e da Hiperativa Comunicação e Cultura. Mais informações e imagens dos shows em www.sambaemconstrucao.com.br


SERVIÇO

O que: Projeto Samba em Construção

Onde: Parque Solar Boa Vista, s/nº, Engenho Velho de Brotas. Para mais informações sobre o espaço e localização, acesse: blogdosolar.wordpress.com

Quando: dia 30 de outubro, domingo, a partir das 14h.

Valor: R$ 20,00 (preço único) Meia entrada para moradores de Brotas que apresentarem comprovante de residência."

16 de ago. de 2011

Sambando em alto estilo no Parque



Olha, Juliana Ribeiro aí, gente! Posto o release da artista que dispensa comentários para quem já conhece. E para quem não conhece ainda, só dou um conselho: vá assistir a um show dela, pois é um exemplo de talento, inteligência, simpatia e humildade.

Juliana Ribeiro lança primeiro CD solo no Parque da Cidade, neste domingo, às 11 horas da manhã. “Amarelo” é resultado de pesquisas da cantora e historiadora e apresenta as matrizes que constituem o samba.

"Ela é filha do Sol e de Oxum, pertence ao signo de Leão e tem como elemento chinês o fogo. Por esses e outros motivos, Amarelo foi o nome escolhido para o primeiro CD solo da compositora, intérprete e historiadora baiana, Juliana Ribeiro (32).

A obra é composta por uma vasta pesquisa que traz inusitada harmonia entre ritmos como o jongo, o semba, o batuque, a Música Popular Brasileira (MPB), o lundu, o ijexá, o maxixe e o samba. Dessa forma, Juliana Ribeiro se apresenta ao público como uma artista completa, sem rótulos ou limitações, durante o show de lançamento no dia 21 de agosto, no Parque da Cidade, no mesmo dia em que a artista comemorará seu aniversário.



O CD contou com a direção musical Duarte Velloso e o brilhantismo de Ricardo Hardmann, André Tiganá, Wilton Batata, Kiko Souza, além de outros músicos convidados e participações especiais do Coro de Cor e Roberto Mendes. O repertório é formado por composições próprias e de grandes nomes do cenário musical baiano como Tiganá Santana, Reginaldo Souza, feitas especialmente para esse CD, e os maiores sucessos em seus dez anos de carreira.

Cada música carrega um significado especial para Juliana. “Eu vim das águas”, por exemplo, foi feita especialmente para Yemanjá. “Gostaria de homenageá-la e agradecê-la pela companhia de toda uma vida. Sonhei com o refrão e assim que acordei compus a letra e a melodia”, disse. “Xica Xangô de Ouro”, composta pelo irmão da cantora, Arthur Ribeiro, é uma das faixas que chamam mais atenção no CD, pela sonoridade do Ijexá. “Edith” foi um presente, pois foi o autor, J. Veloso, quem escolheu Juliana para interpretá-la.

No palco, a cantora usa e abusa de recursos e faz um verdadeiro espetáculo. Entre uma interpretação e outra, Juliana entretém o público com histórias sobre os ritmos cantados e que contam a trajetória do samba na música popular brasileira. "É um espetáculo que reúne três séculos de canção", diz.

Um dos momentos mais esperados acontece durante a apresentação da música “Atraca Atraca”, que apresenta o ritmo afro-brasileiro chamado Jongo, uma das matrizes pesquisadas pela artista. Para ilustrar melhor o ritmo, a dançarina e professora Vânia Oliveira (Funceb), foi convidada para coreografar essa manifestação no palco.



“A intenção é que a platéia compreenda mais sobre os ritmos através da dança”, explica Juliana. O CD é patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahiagas e do Faz Cultura, e produzido pela Baluart Produtora Cultural e Deo Carvalho.


O QUE? Lançamento do CD AMARELO de Juliana Ribeiro

QUANDO? Domingo, 21 de agosto
ONDE? Parque da Cidade- Projeto Música no Parque
HORAS? 11h da manhã ( pontualmente)
OBS.: Os CDs estarão à venda no local com preço promocional de 20 reais"


9 de ago. de 2011

Novos convidam veteranos




Projeto lindo: artistas pouco conhecidos convidam veteranos ou vice-versa... Como estou fora da cidade a serviço da empresa, não pude escrever esse post antes. Mas ainda dá tempo vocês se programarem. É de graça, de alto nível e será pura diversão. Sem mais delongas (até porque não posso demorar... rsrsr...), reproduzo texto do Ibahia. Encontro você lá, ok?

Conexão Vivo BA está de volta a Salvador com 55 atrações de diferentes regiões do país. Entre 11 e 14 de agosto, artistas já consagrados da música brasileira e destaques da nova cena dividem dois palcos, pelo segundo ano consecutivo, na Praça Wilson Lins (ex-Clube Português). São quatro noites de intensa programação, com shows que começam cedo: 18h30, de quinta a sábado, e às 17h ao domingo. A entrada é franca.

Atrações

11/08 – quinta-feira – às 18h30
Juliana Sinimbú (PA) convida Felipe Cordeiro (PA)
Black Sonora (MG) convida Di Melo (PE)
Juarez Maciel (MG) e Grupo Muda (MG) convidam Edgard Scandurra (SP)
Marku Ribas (MG) convida Zérró Santos
Gilvan de Oliveira (MG) convida Armandinho (BA)
Porcas Borboletas (MG) convida Paulo Miklos (SP)
Ortinho (PE) convida Pepeu Gomes (BA)

12/08 – sexta-feira – às 18h30
Babilak Bah (PB) convida Chico Correa (PB)
Iva Rothe (PA) convida Gerônimo Santana (BA)
Três na Folia - Cláudia Cunha, Manuela Rodrigues e Sandra Simões (BA)
Márcia Castro (BA) convida Mariella Santiago (BA), Mariana Aydar (SP) e Mayra Andrade (Cabo Verde)
Pedro Morais (MG) convida Maglore
Gaby Amarantos (PA)
Lenine (PE)

13/08 – sábado – às 18h30
Sertanília (BA) convida Nego Henrique (PE) e Emerson Calado (PE)
Família de Rua na Estrada (MG) apresenta Duelo de MC´s (MG )
Alisson Menezes e a Catrupia (BA) convidam Paulo Monarco (MT) e Maviael Melo (BA)
Érika Machado (MG) convida Rebeca Matta (BA)
Senta a Pua! (MG) convida Elza Soares (RJ) e Eduardo Neves (RJ)
Samba do Compositor (MG) convida Mariene de Castro (BA)
A Cor do Som (BA)

14/08 – domingo – às 17h
Grupo Percussivo Mundo Novo (BA) convida Wilson das Neves (RJ)
Peu Meurray (BA) convida Magary (BA)
Manuela Rodrigues (BA ) convida Romulo Fróes (SP)
Gustavo Maguá (MG) convida Marco Mattoli (SP)
Celso Moretti (MG) convida Edson Gomes (BA)
Flávio Renegado (MG) convida Lenine (PE)


Textos e imagens: Ibahia

23 de abr. de 2010

Sertão Bom é danado de bom... às sextas



Aberta a temporada dos forrós. Mas quem é Lado B não consegue acostumar com multidões. Adelmário Coelho está brilhando na AABB - embora nem sempre em boa companhia - e o Estakazero está excelente també, com um show lindo em homenagem a obra do mestre Lua, o saudoso rei do baião Luiz Gonzaga.

Mas com as chuvas, esses eventos foram impactados e, de repente, me vi convencida por um grupo de amigos a ir ao Sertão Bom numa sexta-feira de repente, não mais que de repente. Simplesmente foi tudo de bom, pois dançamos muuuuuito. Amantes do verdadeiro forró se encontram por lá e sem piriguetagem (coisa rara em Salvador), pois o ambiente é bem familiar, mas animadíssimo. Pelas minhas parcas estatísticas, dez entre dez professores de forró adoram o local.

Então esse restaurante da Pituba foi escolhido para sediar os encontros de um grupo de dançadores de forró (todo mundo dá um jeitinho na pista, portanto, ninguém é dançarino). São amigos e familiares que têm apenas um objetivo: viver a saudável e belíssima cultura nordestina por meio da dança.

Mas atenção: por enquanto recomendo apenas as sextas. As bandas do sábado não estão nada boas e ainda não chequei as quintas e domingos.



A ficha:
- local é de fácil acesso (Av. Otávio Mangabeira, Pituba. Ao lado do Tchê Picanhas e posto BR);
- comida gostosa e barata, com cachaças de boa qualidade (garantem os cachaceiros de plantão);
- decoração lindíssima, pois parece que estamos no interior mesmo;
- e o principal, bandas que tocam um autêntico forró.

Ah, mais três fatores me encantam: a gerência da casa não permite superlotação, o que já conta 1.000 pontos no meu ranking de lugares legais pra frequentar; o couvert custa R$ 10 reais; e eles são pontuais na programação (de quinta a sábado, a primeira banda entra às 21h e vai até 23h30 e a outra entra quase imediatamente e vai até 2 horas). Aos domingos, começa às 17 horas e termina cedinho.

Quem quiser conferir os demais dias e mandar a dica para cá, agradeço muitíssimo por mim e pelos leitores do Lado B.

Anarriê!

1 de jul. de 2009

Meu novo Café Cancún



James Brown, Raul Seixas, Amy Winehouse, Seu Jorge, Michael Jackson, Carlinhos Brown, Madonna, Caetano Veloso... Fez algum sentido pra você? Não? Mas pra mim faz todo sentido. E é justamente pelo "lugar não comum" que essa mistura traz que a Borracharia faz parte do Lado B de Salvador.

Sexta-feira é simplesmente o melhor dia, porque o DJ Rui Santana (salvo engano do nome) capricha na mistura e consegue fazer uma salada que conduz a sabores musicais talvez nunca antes experimentados. Quiçá somente no Café Cancún, sob a obra e graça de DJ Hugo (por onde anda esse homem, meu Deus?)




Amo poder curtir (e dançar muuuuuuiiito) as músicas em seus arranjos originais sem aquelas batidas infames que 99,99% dos DJs colocam sobre seu set list e que tornam as músicas todas iguais. De cara limpa (e eu só ando de cara limpa), suporta-se, no máximo, 40 minutos, pois o cérebro entra em loop. Achei que nunca mais ia poder dançar assim na noite de Salvador (tal como se dança na Casa da Matriz e Casa Rosa, no Rio de Janeiro).

Um galpãozinho totalmente rústico, onde, durante o dia, funciona uma borracharia (com carros, pneus, macacos, chaves de boca...) e à noite, uma criativa e, às vezes, desconfortável (mas cheia de alma!) boate com uma super penumbra, um clima propício à paquera e muita gente cabeça - publicitários, jornalistas, músicos e outros bichos da massa pensante soteropolitana.

A decoração é atração à parte com restos de demolição, velas, pichações ideológicas, posters pra lá de originais, além de uma manifestação ostensiva de uma religiosidade... INDEFINIDA (rsrs..). E não é que isso é a cara da Bahia?

Na última sexta-feira, depois de sair do meu outro point Lado B, Sertão Bom, aterrissei na Borracha (carinhoso apelido dado por nosotros todos amantes do local) e a apresentei para duas queridas amigas-irmãs que ainda não a conheciam. Ficaram encantadas. Mas como todo mundo que chega num lugar pela primeira vez recorre a um guia, perguntaram: e aí, qual o esquema aqui? Apenas respondi: fiquem onde quiserem, façam o que quiserem. Borracharia é isso, Borracharia é liberdade!



Créditos das fotos: www.sxc.hu

31 de mai. de 2009

Chuva, suor e cachaça (com forró!)






Andei, andei, andei e nada de encontrar um lugar estilo Lado B pra dançar forró. Até que o inusitado cruzou o meu caminho. De um dos meus contatos da rede - uma simpático rapaz que dá aulas de forró, entre outros ritmos - veio a indicação: "Sertão Bom é o lugar pra se dançar um forró autêntico em Salvador". E veio acompanhada de contra-indicações: todos os lugares que eu tinha ido até então estavam limados por este "especialista".

E não deu outra. Em um sábado pra lá de chuvoso, convenci minha amiga aniversariante do dia, Márcia, que transferisse sua comemoração para lá. Mas as chuvas não ajudaram! A ela, porque a mim só beneficiaram: moro praticamente ao lado do restaurante típico, localizado na Pituba. O fato de ter chovido bastante deve ter esfriado os ânimos dos frequentadores, pois, nesse dia, não estava lotado - mas David, o professor de forró, garante que a gerência não permite superlotação, o que já conta 1.000 pontos no meu ranking de lugares legais pra frequentar.

Mas a chuva não esfriou os ânimos da casa noturna. Comida gostosa, uma cachaçaria típica (para quem gosta da branquinha, é excelente pedida), decoração lindíssima (parece que é interior mesmo) e, o principal, uma banda de forró autêntico (Clã Brasil), formada por um senhor pra lá de simpático e sua famiília - a tocar clássicos de Gonzagão e cia. Fui ao delírio! A segunda banda (Sobe Poeira) é mais moderna. Embora seu repertório seja mais recente, procura manter a linha da anterior - autenticidade de ritmos e estilos nas composições que executa.



Os preços são bons e o couvert, ótimo: R$ 7 reais. Ah, a casa tem horário para começar e terminar o arrasta-pé, das 21h às 2 h. Portanto não se atrase. Ponha suas botas pra enfrentar as quase fatais chuvas da noite de Salvador nessa época do ano e aproveite o forró de cidade grande com carinha de interior.

Anarriê!